Combinado de encontrar Clara e Fabio, para lhes entregar uma
lembrancinha e uma encomenda trazidas da Europa, após um breve jantar,
resolvi que resolvi que comeria um croissant da Brasserie Rosário. Não
é o melhor croissant do mundo, sequer do Rio, mas é bom e eu estava
com saudades dele.
Ao chegarmos à brasserie, nada mais que um restaurante / padaria /
doceria chique (como ficará evidenciado), descubro por que senti tanta
falta do Rio na minha vida belorizontina. Um início de noite de
quinta-feira, nada especial, e -- repito -- numa padaria vejo esta
cena sensacional.
Se querem saber por que eu nunca consegui gostar de BH, a resposta
ficou evidente para mim hoje. Nunca por lá encontraria algo assim,
muito menos de maneira fortuita.
Na verdade, como os turistas.
Foto tirada por mim, do meu celular, sem zoom.